{"id":812,"date":"2022-02-10T16:13:30","date_gmt":"2022-02-10T16:13:30","guid":{"rendered":"https:\/\/stoantoniolisboa.com\/?page_id=812"},"modified":"2022-02-10T16:19:44","modified_gmt":"2022-02-10T16:19:44","slug":"santo-antonio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/stoantoniolisboa.com\/index.php\/santo-antonio\/","title":{"rendered":"Santo Ant\u00f3nio"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"812\" class=\"elementor elementor-812\" data-elementor-post-type=\"page\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-8dz91ou elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"8dz91ou\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-5d02d36\" data-id=\"5d02d36\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c797f68 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"c797f68\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h1 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">SANTO ANT\u00d3NIO DE LISBOA<\/h1>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3e8c75f elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"3e8c75f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"2121\" height=\"1414\" src=\"https:\/\/stoantoniolisboa.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Santo-Antonio_lvjpg.jpg\" class=\"attachment-full size-full wp-image-690\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/stoantoniolisboa.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Santo-Antonio_lvjpg.jpg 2121w, https:\/\/stoantoniolisboa.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Santo-Antonio_lvjpg-300x200.jpg 300w, https:\/\/stoantoniolisboa.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Santo-Antonio_lvjpg-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/stoantoniolisboa.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Santo-Antonio_lvjpg-768x512.jpg 768w, https:\/\/stoantoniolisboa.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Santo-Antonio_lvjpg-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/stoantoniolisboa.com\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Santo-Antonio_lvjpg-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 2121px) 100vw, 2121px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-5b53ec6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"5b53ec6\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-aa70106\" data-id=\"aa70106\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a6633ba elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a6633ba\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Retalhos da vida de um pregador<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a9fd274 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a9fd274\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Lisboa est\u00e1 cheia de testemunhos de Santo Ant\u00f3nio \u2013 o seu santo mais querido e popular. Os museus e bibliotecas portuguesas possuem quase tudo o que um erudito pode querer saber sobre este portugu\u00eas fora do vulgar, que viveu nos prim\u00f3rdios da nacionalidade. Por\u00e9m para a maioria dos lisboetas que n\u00e3o v\u00e3o \u00e0s bibliotecas e raramente aos museus, o dia 13 de Junho n\u00e3o passa de um agrad\u00e1vel feriado em honra de Santo Ant\u00f3nio, onde se aproveita para ir comer caldo verde e sardinhas assadas, de prefer\u00eancia junto aos bairros da S\u00e9 e ver as marchas populares.<\/p><p>As crian\u00e7as j\u00e1 n\u00e3o pedem umas moedas para enfeitar o trono do Santo e as meninas solteiras provavelmente j\u00e1 n\u00e3o lhe pedem um namorado. Tanta popularidade, mais de oitocentos anos depois do seu nascimento, leva-nos a recordar aspectos da vida deste santo, passada entre Lisboa, Coimbra e P\u00e1dua.<\/p><p>Desde 1140 que D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei, tentava a conquista de Lisboa aos Mouros, feito que s\u00f3 teve \u00eaxito sete anos depois, em 1147, depois de prolongado cerco imposto aos aguerridos Alm\u00f3adas e com o oportuno apoio dos Cruzados, em n\u00famero treze mil.<\/p><p>Lisboa era, pois, uma cidade rec\u00e9m-cristianizada, quando na sua catedral foi a baptizar o menino Fernando Martins de Bulh\u00f5es \u2013 Santo Ant\u00f3nio, filho da fidalga D. Teresa Tavera, descendente de Fruela, rei das Ast\u00farias e de seu marido Martinho ou Martins de Bulh\u00f5es. H\u00e1 d\u00favidas quanto ao apelido do pai, bem como se era ou n\u00e3o descendente de cavaleiros celtas. Sabe-se sim que D. Teresa nascera em Castelo de Paiva e o marido numa terra pr\u00f3xima. Viviam em casa pr\u00f3pria no bairro da S\u00e9 quando Santo Ant\u00f3nio veio ao mundo, no ano de 1195, embora alguns apontem como data de nascimento 1190 ou 1191.<\/p><p>Fernando frequentou a escola da S\u00e9 e at\u00e9 aos 15 anos viveu com os pais e com uma irm\u00e3 de nome Maria. Aos 20 anos professou nos C\u00f3negos Regrantes de Santo Agostinho em Lisboa, no Mosteiro de S\u00e3o Vicente de Fora. Nesta ordem mon\u00e1stica prosseguir\u00e1 os seus estudos teol\u00f3gicos.<\/p><p>Rumou a Coimbra ao mosteiro de Santa Cruz, onde tinha \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o a melhor biblioteca monacal do Pa\u00eds. Em Coimbra, sendo j\u00e1 sacerdote toma o h\u00e1bito de franciscano, em 1220. Segundo os seus bi\u00f3grafos, Santo Ant\u00f3nio ter\u00e1 lido muito, e n\u00e3o foi por acaso que se tornaria pregador.<\/p><p>O mundo crist\u00e3o vivia intensamente a \u00e9poca das Cruzadas. A chamada \u00abguerra santa\u00bb desencadeada contra o Isl\u00e3o. E da parte dos Mu\u00e7ulmanos dava-se o inverso, a luta contra os crist\u00e3os. Ambos acreditavam que a f\u00e9 os levaria \u00e0 vit\u00f3ria. De Oriente a Ocidente os ex\u00e9rcitos batalham, e neste turbilh\u00e3o surgem novas formas de espiritualidade. Em 1209, Francisco de Assis (S\u00e3o Francisco) abandona o conforto e luxo da casa paterna, para, com outros companheiros, se recolher numa pequena comunidade, dando origem a uma nova reflex\u00e3o sobre a viv\u00eancia do Evangelho. \u00c9 a aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 Natureza, \u00e0 vida simples e \u00e0 redescoberta da dignidade da pobreza preconizada pelos primeiros crist\u00e3os. Em poucos anos, homens e mulheres, alguns ainda bem jovens e filhos de fam\u00edlias abastadas e poderosas sentem-se atra\u00eddos por esta vida de despojamento e sacrif\u00edcio, com os olhos postos no exemplo de Cristo. A Portugal tamb\u00e9m chegaram ecos deste novo misticismo.<\/p><p>Em Janeiro de 1220 s\u00e3o degolados em Marrocos, pelos mu\u00e7ulmanos, cinco frades menores (franciscanos) e todo o mundo crist\u00e3o sofre um enorme abalo. A pr\u00f3pria Clara de Assis (Santa Clara), praticamente da mesma idade que Santo Ant\u00f3nio (nasceu em 1193 ou 1194) vai querer partir para Marrocos para converter os sarracenos, mas Francisco de Assis seu amigo de inf\u00e2ncia e seu orientador espiritual n\u00e3o lho permite.<\/p><p>Por c\u00e1 o nosso futuro Santo Ant\u00f3nio, j\u00e1 ordenado padre, decide mudar de Ordem religiosa e tamb\u00e9m ele passa a envergar o h\u00e1bito dos franciscanos.<\/p><p>\u00c9 nesta ocasi\u00e3o que muda o nome de baptismo de Fernando para Ant\u00f3nio e vai viver com outros frades no ermit\u00e9rio de Santo Ant\u00e3o (ou Ant\u00f3nio) dos Olivais, na altura um pouco afastado de Coimbra, nuns terrenos doados por D. Urraca, mulher do rei D. Afonso II.<\/p><p>Em meados de 1220 chegam, com grande pompa religiosa, ao convento de Santa Cruz de Coimbra, as rel\u00edquias dos m\u00e1rtires de Marrocos e esse acontecimento vai ser decisivo no rumo da vida de Santo Ant\u00f3nio. Parte para Marrocos, sentindo tamb\u00e9m ele que \u00e9 chamado a participar na convers\u00e3o dos chamados infi\u00e9is. Por\u00e9m adoece gravemente e n\u00e3o podendo cumprir aquilo a que se propunha, teve de embarcar de regresso a Lisboa. S\u00f3 que o barco \u00e9 apanhado numa tempestade e o Santo v\u00ea o seu itiner\u00e1rio alterado ao sabor de uma vontade superior. Acaba por aportar \u00e0 Sic\u00edlia num per\u00edodo de grandes conflitos armados entre o Papa Greg\u00f3rio IX e o rei da Sic\u00edlia, Frederico II. Relembra-se que v\u00e1rias regi\u00f5es do que \u00e9 hoje a It\u00e1lia unificada eram reinos independentes onde se vivia um ambiente de guerras, gerador de inseguran\u00e7a e perigos.<\/p><p>Em Maio de 1221 os franciscanos v\u00e3o reunir-se no chamado Cap\u00edtulo Geral da Ordem, onde Santo Ant\u00f3nio est\u00e1 presente. No final os frades regressam \u00e0s suas comunidades, entre as quais, a de Montepaolo, perto de Bolonha, onde, a par da vida contemplativa e de ora\u00e7\u00e3o, cabe tamb\u00e9m tratarem das tarefas dom\u00e9sticas do convento. Aqui os outros frades reparam na grande mod\u00e9stia daquele estrangeiro (Santo Ant\u00f3nio) e jamais suspeitaram dos seus profundos conhecimentos teol\u00f3gicos. Findo aquele per\u00edodo de reflex\u00e3o, como que um noviciado, os frades franciscanos s\u00e3o chamados \u00e0 cidade de Forl\u00ec para serem ordenados e Santo Ant\u00f3nio \u00e9 escolhido para fazer a confer\u00eancia espiritual. E come\u00e7a a falar. Ningu\u00e9m at\u00e9 ali percebera at\u00e9 que ponto ele era conhecedor das Escrituras e como a sua f\u00e9 e os seus dotes orat\u00f3rios eram invulgares.<\/p><p>Pelo que se sabe quando come\u00e7ou a falar imediatamente cativou os outros frades e a sua vida seria a partir daquele dia de pregador da palavra de Cristo. Percorrer\u00e1 diversas regi\u00f5es da actual It\u00e1lia, entre 1223 e 1225. Por sugest\u00e3o do pr\u00f3prio S\u00e3o Francisco vai ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpellier e Toulouse.<\/p><p>Quando S\u00e3o Francisco morre, em 1226, Santo Ant\u00f3nio vai viver para P\u00e1dua. Aqui vai come\u00e7ar por fazer serm\u00f5es dominicais, mas as suas palavras t\u00e3o cheias de alegorias eram de tal modo acess\u00edveis ao povo mais ou menos crente, que passam palavra e cada vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir. Da igreja passa para os adros para conter as multid\u00f5es que n\u00e3o param de engrossar. Dos adros passa a falar em campo aberto e \u00e9 escutado por mais de 30 mil pessoas. \u00c9 um caso raro de popularidade. A multid\u00e3o segue-o e come\u00e7a a fama de que faz milagres. Os rapazes de P\u00e1dua t\u00eam mesmo que fazer de guarda-costas do Santo portugu\u00eas tal a multid\u00e3o \u00e0 sua volta. As mulheres tentam aproximar-se dele para cortarem uma pontinha do seu h\u00e1bito de frade como uma rel\u00edquia.<\/p><p>O bispo de \u00d3stia, mais tarde papa com o nome de Alexandre IV, pede-lhe que escreva serm\u00f5es para os dias das principais festas religiosas que eram j\u00e1 muitas na \u00e9poca. Mais tarde seria este papa a canoniz\u00e1-lo. Santo Ant\u00f3nio assim faz. S\u00e3o hoje important\u00edssimos esses documentos escritos, porque Santo Ant\u00f3nio como pregador escreveu pouco. Apenas lhe s\u00e3o atribu\u00eddos Sermones per Annum Dominicales (1227-1228) e In Festivitatibus Sanctorum Sermones (1230).<\/p><p>Sentindo-se doente, o santo pediu que o levassem para P\u00e1dua onde queria morrer, mas foi na traject\u00f3ria, num pequeno convento de Clarissas, em Arcela, que Santo Ant\u00f3nio \u00abemigrou felizmente para as mans\u00f5es dos esp\u00edritos celestes\u00bb. Era o dia 13 de Junho de 1231.<\/p><p>Depois, como \u00e9 sabido, foi canonizado, em 1232, ainda se n\u00e3o completara um ano sobre a sua morte. Caso \u00fanico na hist\u00f3ria da Igreja Cat\u00f3lica. J\u00e1 que nem S\u00e3o Francisco de Assis teve tal privil\u00e9gio.<\/p><p>Os santos como Santo Ant\u00f3nio, h\u00e1 muito que desceram dos altares para conviverem connosco, os simples mortais, que tomamos como nosso protector e amigo. O seu sumptuoso sepulcro, em m\u00e1rmore verde em P\u00e1dua, na igreja de Santo Ant\u00f3nio \u00e9 o tributo do povo que o amou e \u00e9 muito mais do que um lugar de peregrina\u00e7\u00e3o e de ora\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s dos s\u00e9culos, a sua fama espalhou-se por todos os continentes. No dia 13 de Junho de cada ano, Lisboa e P\u00e1dua comemoram igualmente a passagem por este mundo de um portugu\u00eas que pregou a f\u00e9 e morreu em P\u00e1dua. Como todos os santos \u00e9 universal.<\/p><p><span style=\"color: #e4cb86;\">Por Maria Lu\u00eds V. Paiva Bol\u00e9o<\/span><br \/><span style=\"color: #e4cb86;\">Texto publicado na revista P\u00fablico Magazine de 12-04-1994<\/span><br \/><span style=\"color: #e4cb86;\">Revisto pela autora em 12-06-2005 para o site www.leme.pt<\/span><br \/><span style=\"color: #e4cb86;\">Adaptado por Jo\u00e3o Baptista em 20-10-2017<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SANTO ANT\u00d3NIO DE LISBOA Retalhos da vida de um pregador Lisboa est\u00e1 cheia de testemunhos de Santo Ant\u00f3nio \u2013 o seu santo mais querido e popular. Os museus e bibliotecas portuguesas possuem quase tudo o que um erudito pode querer saber sobre este portugu\u00eas fora do vulgar, que viveu nos prim\u00f3rdios da nacionalidade. 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